BREGA SOUND… do REGGAE ao BLUES

Não falo de amor…

Nada sei além de senti-lo!

Não busco compreende-lo!

Ou tão pouco mensura-lo!

Vivo-o!

Não vejo o amor como um ser.

Nem tão pouco como magia!?

Nem como nada que não o seja.

Não sois o amor…

Nem eu sou!

Tua lira não é amor!

Nem as palavras do poeta.

Nem vossa dor.

Meu Romantismo não é amor!

Nossas lagrimas não é amor!

Prazeres nas madrugadas não é amor!

O que a por traz dos olhos não é amor!

O que vem após o vinho não é amor!

O que procuras não é amor!

O que possuis não é amor!

Úze D´popolle.

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BORBOLETA AZUL


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul que usaria pra pegar uma peça no sábio. – O que você vai fazer? – perguntou a irmã – Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada! As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.

– Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: – Depende de você. Ela está em suas mãos. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).

Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

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