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Quando a idade chega …

Quando a idade chega

  as pessoas ficam frágeis…

O corpo retrata seu bem -estar, porem a fragilidade fala mais alto.

Quando o esquecimento aparece, a pessoa se desespera…

As palavras somem e o choro vem à tona,…

O medo transforma-se num gigante…

você se torna pequeno, como se fosse uma borboleta…

e brava como uma abelha…

Sente falta de um abraço de um amigo…

De palavras que te fazem bem…

Você, finalmente percebe que está ficando velho (a).

E pior de tudo…se torna invisível aos olhos de muita gente.

Maria Jeremias Santos

 

 

 

Símbolos da Páscoa

Do hebreu Peseach, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. É a maior festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela se comemora a Passagem de Cristo – “deste mundo para o Pai”, da “morte para a vida”, das “trevas para a luz”.

Considerada, essencialmente, a Festa da Libertação, a Páscoa é uma das festas móveis do nosso calendário, vinda logo após a Quaresma e culminando na Vigília Pascal.

Entre os seus símbolos encontram-se:

O Ovo de Páscoa
A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento.

O Coelhinho da Páscoa
Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.

A Cruz da Ressurreição
Traduz, ao mesmo tempo, sofrimento e ressurreição.

O Cordeiro
Simboliza Cristo, que é o cordeiro de Deus, e se sacrificou em favor de todo o rebanho.

O Pão e o Vinho
Na ceia do senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos, para celebrar a vida eterna.

O Círio
É a grande vela que se acende na Aleluia. Quer dizer: “Cristo, a luz dos povos”. Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: “Deus é o princípio e o fim de tudo”.

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Sobre a obra que ilustra o blog

Há tantas figuras que retratam pictoricamente a filosofia que, quando se pensa em escolher alguma para enfeitar um blog, por exemplo, corre-se o risco de não saber qual fica melhor – ou seja, qual faz a melhor composição e qual carrega o significado que se pretende dar ao conjunto figura-textos.

Muitos leitores do blog devem estar bastante familiarizados com “A morte de Sócrates”, de Jacques-Louis David, pintada em 1787. No cabeçalho do blog vemos um detalhe da obra, com as cores e a iluminação editadas para realçar Sócrates e a taça de cicuta. A obra original pode ser vista aqui.

Gosto muito dessa obra neoclássica. Ela não é apenas “sobre” um filósofo (Sócrates) no momento em que vai realizar sua última ação em vida (a ingestão da cicuta). A obra é também reveladora do ser da filosofia.

Não creio que seja necessário explicar detalhadamente quem era Sócrates, o que fazia, o motivo de ser condenado. Se você não sabe, leia aqui.

O que me interessa na imagem é que ela capta o momento em que surge a filosofia: o momento em que Sócrates terá a cicuta em suas mãos e diz suas últimas palavras – o momento em que o homem é consciente de sua finitude e, por meio da linguagem, compreende e afirma, positivamente, o que significa ser homem.

A obra propõe que a filosofia acontece no levar a cicuta à boca. O tempo mínimo e precioso entre o segurar a taça e o beber o veneno – é esse o tempo inalienável da filosofia.

É por isso que gosto tanto de “A morte de Sócrates”: porque mostra, de modo simples e elegante, o momento da filosofia.
Fonte: oficina de filosofia

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Teus olhos entristecem

Teus olhos entristecem
Nem ouves o que digo.
Dormem, sonham esquecem…
Não me ouves, e prossigo.
Digo o que já, de triste,
Te disse tanta vez…
Creio que nunca o ouviste
De tão tua que és.

Olhas-me de repente
De um distante impreciso
Com um olhar ausente.
Começas um sorriso.

Continuo a falar.
Continuas ouvindo
O que estás a pensar,
Já quase não sorrindo.

Até que neste ocioso
Sumir da tarde fútil,
Se esfolha silencioso
O teu sorriso inútil. 

Fernando pessoa

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S O L em nossa vida

Não somamos nossas alegrias como somamos nossos problemas. Quando passamos por um caminho difícil, fazemos uma revisão do que vivemos e temos vivido e somamos as dores, que parecem crescer a cada lembrança.

Se, inversamente, fizéssemos o mesmo com nossos momentos de alegria, encontraríamos razões a mais para viver e forças para sobreviver aos impasses da vida.

Por mais longa que seja a noite, por mais lento que tenha sido o relógio e por mais dolorido que tenha estado nosso coração, Pouco importa se no dia seguinte ele estará ainda encoberto por nuvens, ele não estará encoberto eternamente.

A certeza de que algo de bom e bonito existe nos faz guardar ainda acesa a chama dentro do coração.

Se o sol vai e volta, a lua some e reaparece, as marés baixam e sobem, não há razões para que na vida não demos a volta por cima. A natureza é a prova viva de que tudo está em movimento sempre e nós fazemos parte dessa paisagem idealizada e plantada por Deus.

Tudo é passageiro, as alegrias vêem e vão, mas o sofrimento também, até mesmo aquele que se instala no mais profundo do nosso ser, ele também se acalma e deixa um lugarzinho aberto para a doçura de viver.

Não podemos desistir de ser felizes enquanto o sol não desistir de renascer.

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A M I G O

Na escuridão da noite
Quando o silêncio
Invade minh’alma
Converso com meu anjo
Pedindo proteção
Pra guardar meus amigos
Que acalam minhas lamúrias
Quando preciso de uma voz amiga.



 

                                                                         
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